Uma Psicanalista Que Também É Mãe
Eu não falo de um lugar de perfeição. Falo de um lugar de travessia. Passei por divórcio, mudança de país, reconstrução de vida — tudo isso enquanto criava meus filhos e me perguntava: como não repetir o que jurei que nunca faria?
Foi dessa pergunta que nasceu o Mom Words Matter®. Não como uma resposta pronta, mas como um caminho de elaboração. Um espaço onde mães podem olhar para sua própria história sem culpa — e escolher conscientemente o que desejam transmitir.

Psicanalista Clínica
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Minha História
A maternidade me convocou a revisitar tudo o que eu pensava saber sobre mim mesma. Nas primeiras noites em claro, nas primeiras birras, nos primeiros momentos de exaustão absoluta, eu me ouvi dizendo coisas que jurei que nunca diria. Reproduzindo tons que prometera nunca usar.
Foi aí que entendi, na própria pele, o que a psicanálise ensina sobre transmissão: nós não repetimos por falha. Repetimos porque existe algo em nós — algo que não foi dito, não foi sentido, não foi elaborado — que insiste em retornar.
O divórcio, a mudança de país, a reconstrução de uma vida inteira longe de tudo que conhecia — cada crise foi também um convite. Um convite para olhar para dentro, para dar nome ao que estava mudo, para escolher o que eu queria transmitir aos meus filhos.
O Método R.E.I.® nasceu dessa travessia. Reconhecer, Equilibrar, Integrar — não é uma fórmula pronta. É um ciclo de elaboração que eu mesma percorri — e que agora tenho o privilégio de acompanhar outras mães a percorrerem.
“Eu não prometo tornar a maternidade fácil. Prometo torná-la consciente. Prometo oferecer recursos para que, em vez de ser arrastada por afetos não compreendidos, você possa habitá-los com presença, escolha e responsabilidade.”
Por Que Este Trabalho Existe
Mom Words Matter® existe para sustentar um ponto de virada silencioso, porém profundo, na maternidade: o momento em que uma mãe percebe que amar não é suficiente — e que a qualidade da presença emocional que ela oferece hoje molda a liberdade psíquica do filho amanhã.
O objetivo final não é criar filhos perfeitos. É criar espaço psíquico para que o filho possa vir a ser quem é — e para que a mãe possa habitar a maternidade sem se perder como sujeito no processo.